Poupar com Ações

Comecei a estudar o mercado de ações em 1996. Participei num daqueles Jogos de Bolsa organizados pela faculdade (Economia no ISEG) e comprei as minhas primeiras ações no mercado real (da Gestnave, já não é cotada). Foram 100 ações compradas a meias com um amigo, a 2 100 escudos cada uma, 105 contos cada um. Numa semana vendemos a Gestnave com 100% de mais valia e fiquei apaixonado pelas ações, um amor que ainda dura. Só que, como o Marco Paulo, em 1998 encontrei um novo amor e fiquei com dois: as ações e os futuros.

Os futuros eram um daqueles amores que geram muita excitação mas também muito sofrimento. Com eles fui ao Brasil, comprei um Porsche e uma casa de férias (que mais tarde vendi por metade do valor, sou péssimo nos investimentos imobiliários). Mas também perdi tudo o que tinha, €80 000, em apenas três dias, na viragem do mercado em 2003. Andei sempre com os dois amores, mas, enquanto analisava ações, “investia” nos futuros. Cheguei ao ponto de ser um Commodity Trading Advisor profissional, registado nas autoridades reguladoras norte-americanas e gerindo contas de futuros até para fundos de commodities administrados pelo Jack Schwagger, que me visitou na minha casa na Ericeira quando passou por Portugal.

Durante vários anos fiz milhares de transações nos futuros e, apesar de um apreciável sucesso do ponto de vista financeiro, tudo era temporário e os altos e baixos não compensavam o desgaste físico e emocional. A paixão pelos futuros acabou por esmorecer e num certo dia de agosto jurei a mim mesmo e aos meus clientes que nunca mais lhes tocava. E, até com alguma surpresa minha, já passaram 16 meses e a verdade é que nunca mais lhes toquei. Por vezes ainda acordo a meio da noite e, como um robot, ligo a CNBC para ver como estão os futuros, mas acontece cada vez menos … tenho dormido melhor, sinto-me melhor, um homem novo.

Em agosto de 2015 voltei a dar mais atenção ao meu primeiro amor, as ações. E desta vez sinto que é único e para sempre. Já analisei 116 ações de forma profunda: as 49 da Euronext Lisboa, 51 da Euronext Amesterdão e 16 da Bovespa. Construí os Portfolios TOP10 Lisboa e TOP10 Amesterdão, com as 10 ações de cada bolsa que considero as mais atrativas para investimentos a longo prazo. Todos os dias escrevo longamente sobre as ações e, pasme-se, existem já mais de cem pessoas que pagam para ler tudo o que escrevo e ter acesso a estes Portfolios. Tenho gosto em responder a todas as suas perguntas, pois adoro tudo o que tenha a ver com ações e investidores.

É tão tranquilo ir poupando com ações, quando conhecemos bem os seus fundamentais, quando as sabemos analisar de forma profunda. E compensador em termos de longo prazo. Ninguém fica rico rapidamente, mas ao longo do tempo o valor vai crescendo. Não é por acaso que as maiores fortunas do país e do mundo têm a quase totalidade do seu capital aplicado em ações. Não está em imobiliário (embora obviamente também o tenham), não está em obrigações, e muito menos está em Forex e CFDs (alerta: produtos tóxicos). Está em ações! Homens como Américo Amorim, Alexandre Soares dos Santos e Belmiro de Azevedo são os mais ricos do país porque as ações que detém valem muito! E o mesmo se poderá dizer de Bill Gates, Carlos Slim, Warren Buffett ou Jeff Bezos … quase toda a sua riqueza vem da valorização das ações que detém.

Ainda que poupar com ações seja de longe a alternativa mais rentável a longo prazo, a esmagadora maioria dos portugueses tem o seu capital em depósitos bancários. De facto, está seis vezes mais dinheiro em depósitos do que aquilo que seria necessário para comprar todo o free float da Euronext Lisboa. Depósitos que rendem zero ou muito perto disso. É completamente irracional, mas compreende-se pelos desastres de algumas empresas cotadas, como os do BES, Banif e Portugal Telecom. Mas, e a JMT, que subiu 500%, não conta? E a Corticeira Amorim, que subiu 1 500%, não conta? Repare-se que a subida da JMT, por exemplo, compensa a desvalorização total, a 100%, de 5 outras ações. E era óbvio para qualquer conhecedor de Análise Fundamental que BES, Banif e Portugal Telecom continham imenso risco e as cotações iriam cair fortemente. Tal como o BCP, que caiu 98%.

Há quem pense que para poupar com ações é preciso muito dinheiro, mas é falso. Ainda há pouco tempo abri uma conta de ações (foi na DeGiro, mas não tenho qualquer relação com eles nem com qualquer outra instituição financeira – sou 100% independente) com apenas €100 para os meus filhos. Comprei umas ações. E agora, todos os meses ponho mais €100 e compro mais ações. E vou aumentar esse esforço 10% ao ano, ajudado pelos dividendos que as ações dão. Eles são tão pequeninos e têm tanto tempo, que esta minúscula bola de neve que iniciei promete tornar-se gigante com o passar das décadas. Claro que não vão ser nenhuns bilionários, não é disso que se trata … mas … milionários? É possível. Existem 54 mil milionários em Portugal neste momento (1 em cada 200), enquanto que nos Estados Unidos já são 17 milhões (1 em cada 20), porque são mais, porque existem mais oportunidades mas também porque … investem mais em ações!

Mas, a questão não é tanto essa, a questão é: como é que se passa de uma poupança mensal para uma riqueza considerável? Uma coisa é certa, não é com depósitos bancários. Esses não saem do sítio, nem que passem trinta anos. Com as ações, com as ações certas, e com bastante tempo, é possível. Não é garantido, mas é possível. E ser possível é tudo o que preciso. É possível e é algo que eu posso fazer? Não preciso de mais nada. Com trabalho, conhecimento e algum capital é possível? Estou nessa. E estou porque ao mesmo tempo que faço essa poupança posso levar uma vida relativamente agradável, com a minha esposa e os meus quatro filhos. Agradável e até divertida, porque estudar as ações em profundidade é uma espécie de jogo intelectual muito estimulante. Escolhi fazer isto como profissão e estou muito satisfeito. Você provavelmente terá a sua profissão, aquilo que gosta de fazer, o seu ganha-pão … provavelmente não terá vocação ou 8 horas por dia para estudar as ações. Por causa dessas limitações precisa do meu serviço e eu preciso de si, pois só daqui por 19 anos é que espero que os dividendos superem a necessidade de reforço do investimento em ações e só nessa altura é que irei ser financeiramente independente. Mas, quero analisar ações aqui e agora e para sempre. Já não sei onde escrevi que gostava de morrer daqui a 50 anos a analisar uma ação para o Borja on Stocks. Aqui, sentado na cadeira, a escrever uma análise e descansar para sempre. Mas até lá, quero e preciso de trabalhar.

Bom, já chega de falar de mim, falemos de si. O que é que vai fazer, aproveitar o dia de hoje, o último dia, para subscrever o Borja on Stocks com desconto ou vai deixar passar a oportunidade? É que hoje é mesmo o último dia, às 24:00 o preço vai subir não 20%, mas sim 50%! Isto porque planeio comercializar o serviço para holandeses (poder de compra 80% mais alto que o nosso) e brasileiros (2 milhões de milionários). Se analiso ações desses países para os subscritores portugueses do Borja on Stocks, porque não para os locais? (tenho mais facilidade no Inglês (holandeses são bilingues) que no Português do Brasil, mas com algum esforço chego lá). Não vou publicar mais nenhuma análise gratuita no Borja on Stocks (acabei de analisar todas as 49 da Euronext Lisboa para que pudessem avaliar uma amostra do que está dentro do serviço) nem no Facebook. Conheço profundamente todas as ações nacionais e irei apenas atualizando as análises com os novos desenvolvimentos. Já tenho um nº de subscritores que cobre os custos da atividade e agora se escrever algo para o mercado nacional, será um livro.

“Ações para Sempre” será o título do livro. Não mais largarei o meu primeiro amor. E você, quer investir em ações com conhecimento de causa e uma perspetiva de longo prazo? Então aproveite esta oportunidade única, a um preço bastante razoável (menos de €1 por dia) e junte-se a nós no Borja on Stocks.

Com os melhores cumprimentos,

César Borja

Disclaimer

Os investimentos em ações contém risco e não são apropriados para todos os perfis de investidor. As ações podem descer e os dividendos também. O Borja on Stocks não é regulado pela CMVM e César Borja está ainda em processo de certificação como Certified Financial Analyst. Consulte o disclaimer completo do Borja on Stocks