Perguntas Frequentes

Temos esperança que as próximas perguntas e respostas o ajudem a esclarecer todas as dúvidas/questões que possa ter em relação ao Borja on Stocks. Se tiver uma questão adicional para acrescentar à lista, coloque-a no final.

Obrigado pelo interesse!

Clicando na página Análises –> Lisboa vê a lista de ações cotadas na Euronext Lisboa que cobrimos (50 ações). Clicando na página Análises –> Amesterdão encontra a lista de ações holandesas analisadas no Borja on Stocks (86 ações). Na página Análises –> Paris encontra a lista de ações francesas que iremos analisar/acompanhar no Borja on Stocks (300 ações). Futuramente iremos chegar à Euronext Bruxelas para analisar 64 ações, compondo um total de 500 ações da Euronext.

Estas análises são de acesso exclusivo para os Subscritores do Borja on Stocks.

Porque a estratégia que utilizamos, a da Análise Fundamental Comparativa, exige que se conheçam profundamente os fundamentais de todas as empresas cotadas. Com apenas um analista de serviço (César Borja), só nos é possível cobrir as ações da Euronext mencionadas.

Com certeza, já foram publicadas 417 análises às 54 ações da Euronext Lisboa, 221 análises às 86 ações da Euronext Amesterdão e 147 análises às 82 ações da Euronext Paris já analisadas.

Não, o Borja on Stocks não tem nada a ver com a DeGiro e não é patrocinado por qualquer intermediário financeiro. A DeGiro é apenas uma corretora onde César Borja tem uma conta de ações. Escrevemos o seguinte artigo sobre a DeGiro.

O Portfolio TOP10 Lisboa reúne as 10 ações, cotadas na Euronext Lisboa, que consideramos mais atrativas para investimentos a longo prazo.

O Portfolio TOP10 Lisboa começou no dia 2 de novembro de 2015, com 10 000 € (valor meramente indicativo).

O seguinte gráfico mostra a evolução semanal do valor do Portfolio TOP10 Lisboa, desde o seu início até à atualidade:

Sim, inclui dividendos líquidos, ou seja, os dividendos foram taxados à taxa de 28%.

Sim, à performance do Portfolio TOP10 Lisboa foram deduzidas as comissões de transação praticadas pela corretora DeGiro para a Euronext Lisboa.

O gráfico seguinte mostra essa comparação:

Desde o seu início a 2 de novembro de 2015 o Portfolio TOP10 Lisboa está a valorizar 91,8%, enquanto que o índice PSI 20 desvalorizou 2,5% no mesmo período.

Sim, o Portfolio TOP10 Lisboa contém ações que não pertencem ao PSI 20, apenas ao PSI Geral. Vejamos uma comparação do Portfolio TOP10 Lisboa com o índice PSI All Share Gross Return:

O Portfolio TOP10 Lisboa está a valorizar os 91,8%, enquanto que o índice PSI All Share Gross Return valorizou 17,8% no mesmo período.

É obrigatório existir uma análise justificativa e essa análise tem de ser publicada e disseminada pelos Subscritores do Borja on Stocks até às 12:00 do dia em que a transação irá ser realizada.

A análise justificativa é disseminada através do envio de uma notificação por e-mail e publicação da análise no Grupo dos Subscritores do Borja on Stocks no Facebook, que é de acesso restrito para os Subscritores.

A cotação considerada para todas as transações é sempre a de fecho que surge pelo menos quatro horas e meio depois de disseminada a análise justificativa.

Não, pelo contrário.

Se, após a disseminação de uma análise justificativa de uma entrada no Portfolio os Subscritores entrarem no mercado a comprar a ação e isso fizer elevar a cotação, será essa cotação mais elevada, a de fecho da sessão, que será considerada para efeitos de compra no Portfolio.

Se após a disseminação de uma análise justificativa de uma saída do Portfolio os Subscritores venderem a ação e com isso fizerem a cotação no mercado descer, será essa cotação mais baixa, a de fecho da sessão, que será considerada como preço de venda no Portfolio.

Embora existam bastantes Subscritores a seguir fielmente as orientações do Portfolio TOP10 Lisboa, nenhum Portfolio será exatamente igual, pois os montantes diferem e as cotações consideradas no Portfolio são sempre as de fecho da sessão, o que é um pouco irrealista, mas ajuda à objetividade no cálculo da performance. Posto isto o Portfolio TOP10 Lisboa, pela forma como está construído, para uma total transparência e utilidade máxima para os Subscritores, é um Portfolio virtual.

Sim, sempre com o mesmo peso, 10% do capital total.

Não. O objetivo é ter sempre 10 ações diferentes no Portfolio, para assegurar a diminuição do risco através de uma adequada diversificação.

Sim, é possível, se uma ação, por mérito próprio, ou seja, pela sua valorização, exceder um peso de 20% no Portfolio, não cortamos o Lucro apenas para evitar esse excesso de peso. Entendemos que o sucesso do investimento em ações em termos de longo prazo vem de deter algumas ações que sobem mesmo muito (multibaggers) e pretendemos mantê-las com uma perspetiva de longo prazo.

O Portfolio TOP10 Lisboa existe há 731 dias e tem um retorno total de 91,8%, o que dá 38,5% ao ano.

Sim, as mesmas regras, com duas diferenças.

As duas diferenças são que o Portfolio TOP10 Amesterdão, tal como o nome indica, apenas acolhe empresas cotadas na Euronext Amesterdão e também as taxas de imposto sobre os dividendos são diferentes. Na Euronext Lisboa consideramos 28% como taxa de imposto sobre dividendos, enquanto que na Euronext Amesterdão consideramos 38%.

O Portfolio TOP10 Amesterdão teve início no dia 26 de maio de 2016. O gráfico seguinte mostra a sua evolução semanal:

O Portfolio TOP10 Amesterdão está a valorizar 38,6% desde o seu início. São 526 dias de existência, o que dá 26,5% de taxa média de retorno anual, em termos anualizados.

Comparação com o índice AEX25:

O Portfolio TOP10 Amesterdão está a valorizar 38,6% desde o seu início, o que compara com 23,6% de valorização do índice AEX 25 no mesmo período.

Comparação com o índice AEX All Share Gross Return:

benchmark mais apropriado, que consideramos ser o AEX All Share Gross Return, está a valorizar 25,8% desde o dia 26 de maio de 2016, que foi a data de início do Portfolio TOP10 Amesterdão.

Estamos no processo de analisar 300 ações da Euronext Paris e escolher apenas 10 seria redutor. Desta forma iremos escolher 20 ações francesas, ou seja, 1 por cada 15 analisadas.

Existem duas modalidades: mensal  (25 €) ou anual por transferência bancária (240 € – desconto de 20%). Todos os preços incluem IVA à taxa de 6%. Aqui está o link direto para a página de Subcrição.

Não existe período mínimo de subscrição, pode sair logo que queira. A nossa estratégia de fidelização assenta apenas na qualidade e utilidade do serviço. Para cancelar o serviço basta enviar esse pedido para o email geral@borjaonstocks.com

A subscrição do Borja on Stocks proporciona o seguinte:

1 – Análises fundamentais a todas as ações cotadas na Euronext Lisboa;
2 – Análises fundamentais às 86 ações mais líquidas da Euronext Amesterdão;
3 – Análises fundamentais a 113 ações da Euronext Paris;
4 – Portfolio TOP10 Lisboa que reúne as ações que, a cada momento, consideramos as mais atrativas para investimentos na Euronext Lisboa;
5 – Portfolio TOP10 Amesterdão que reúne as ações que, a cada momento, consideramos as mais atrativas para investimentos na Euronext Amesterdão;
6 – Portfolio TOP10 Paris, que contém as 10 ações que, segundo as nossas análises, são os melhores investimentos de longo prazo cotadas na Euronext Paris;
7 – Mais informações acerca dos Portfolios geridos publicamente no Borja on Stocks na secção TOP Ações;
8 – Notificação antecipada de qualquer alteração nos Portfolios;
9 – Newsletter diária por e-mail;
10 – Uma nova análise por dia útil;
11 – Acesso ao Fórum exclusivo para Subscritores do Borja on Stocks;
12 – Acesso ao Grupo exclusivo para Subscritores do Borja on Stocks no Facebook;
13 – Resposta a todas as questões acerca de Ações da Euronext;

No TOP10 Lisboa fizemos 13 transações completas (compra e venda) em 24 meses, o que dá uma média de 0,54 por mês ou 6,5 por ano. No TOP10 Amesterdão fizemos 12 transações completas (compra e venda) em 18 meses, o que dá uma média de 0,67 por mês ou 8 por ano.

Pode colocar uma questão nos comentários à análise ou Fórum, no respectivo tópico da ação. Estes são os canais preferenciais pois assim todos os Subscritores vêem a pergunta e a resposta, pois vários podem ter a mesma dúvida. 

Não recomendamos um horizonte temporal para os investimentos, depende de muitos fatores. A nossa ideia é estarmos permanentemente investidos em ações fundamentalmente atrativas. Depois, ao nível pessoal de cada Subscritor, obviamente se precisar do dinheiro para qualquer questão mais importante, é muito simples, vende as ações e pronto. As ações têm uma liquidez elevada, semelhante aos depósitos a prazo. A diferença é que o capital investido nas ações fundamentalmente atrativas tem tendência a crescer a taxas superiores.

Numa situação ideal a cada Portfolio gerido publicamente no Borja on Stocks corresponderia um Exchange Traded Fund (ETF) e é dessa forma que se deve pensar nos Portfolios. Na situação imperfeita que temos (ou seja, não temos ETFs), uma das opções é alocar 10% do capital a cada holding, replicando o Portfolio, para que a performance da sua carteira pessoal seja mais ou menos idêntica à do Portfolio.

Para investidores mais avançados, ou com mais tempo, ou com mais interesse, também é possível ler todas as análises já publicadas a cada título recomendado e escolher apenas aqueles com que mais se identifica, ou que compreende melhor a respetiva história e/ou justificação de investimento. Esta solução tem o benefício de se adaptar melhor ao seu perfil de investidor, que é único, mas tem o problema de assim a sua performance ir diferir da do Portfolio recomendado (pode diferir positivamente ou negativamente). Esta é uma opção pessoal de cada Subscritor e eu não sei o que cada um faz com o seu capital.

Todos os dias úteis publico uma nova análise, no universo de 500 ações da Euronext. As ações que pertencem aos Portfolios são analisadas com maior frequência que as outras, mas o meu objetivo é ir analisando todas, pois só assim poderei escolher as melhores e não ficar demasiado acomodado às que já tenho.

É verdade, sou apenas eu a analisar. Por enquanto estou a acompanhar 50 ações de Lisboa, 86 de Amesterdão e 40 de Paris, ou seja, 176 ações, mas o objetivo é chegar às 500 ações da Euronext. Tenho ferramentas que me ajudam, por exemplo o software Metastock e a Reuters Eikon. Na análise inicial eu defino logo se é uma ação com interesse para os Portfolios ou se não tem grande interesse, e porquê… Só se depois a história mudar é que vou analisá-la outra vez. Ou seja, se na análise inicial eu escrever que uma ação vai descer 50%, se ela descer 20% deduzo que está tudo a correr como esperado … agora, se ela subir 50%, aí vou analisá-la novamente, para saber o que falhou, ou o que mudou? Sou particularmente interessado pelas situações que não correm como esperado, pois as outras, as que evoluem no sentido previsto, enfim, que mais há a dizer?

Depois, as minhas análises seguem uma espécie de template e focam-se nas grandes tendências fundamentais, nos n.ºs e rácios mais importantes. Não esmiuço demasiado nos relatórios e contas. Vejo os grandes números (vendas, lucros, margem líquida, rácios do balanço, etc) em termos das suas tendências de longo prazo e faço previsões a mais de 10 anos, que não mudam por dá cá aquela palha. Muito mais haveria para escrever sobre como seguir 500 ações …

Sim, com a minha esposa e sócia, Catarina Borja, o seu n.º é 93 352 93 90. Se ela não atender, mais tarde liga de volta. No entanto ela não responde a dúvidas sobre ações, apenas sobre o serviço.

Sim, é atualizada diariamente para os Subscritores, mas os gráficos dos Portfolios é só após o fecho de 6ª feira, ou seja, semanalmente. Não, o relatório/análise é um artigo dentro do Borja on Stocks. Sim, disponibilizamos o Excel com os dados fundamentais de todas as ações analisadas. Não, o PAQVH não é bem a mesma coisa que o NPV, pois não é obtido através do método de cash flows descontados. É um pouco diferente, mas a ideia é basicamente a mesma.

Sim, César Borja, o analista de serviço e co-proprietário do Borja on Stocks, está inscrito no CFA Program e adere ao Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional do CFA Institute.

Não. César Borja está inscrito no CFA Program e realizou o exame de nível I no dia 2 de dezembro de 2017, em Madrid.

Em termos de longo prazo o objetivo é obter o registo e respetiva regulação por parte da CMVM.

Por enquanto não, apenas os Subscritores têm acesso completo ao serviço e verificam a performance, mas estamos a estudar a hipótese e viabilidade de obter uma verificação e certificação externa.

O Borja on Stocks já existe há três anos e o nosso objetivo é que dure muitas décadas, quiçá para sempre.

É muito simples, basta ir à página de Subscrição, escolher a sua modalidade de pagamento (mensal ou anual) e preencher com a informação solicitada.

O processo não é automático, mas costuma ser bastante rápido. Basicamente, logo que virmos o seu e-mail damos-lhe acesso (prazo máximo de 12 horas).

Nada o impede. O inconveniente de fazer isso é que se depois uma ação que tiver em carteira tiver algum desenvolvimento significativo (por exemplo, subir ou descer mais de 10% numa sessão), ou apresentar resultados, não tem possibilidade de me questionar e saber o que penso sobre o assunto. Enquanto está sem acesso ao serviço não sabe se houve mudanças nos Portfolios e como compreende o mercado é fluído e os fundamentais estão sempre em evolução (por vezes positiva, por vezes negativa) e é necessário estar a par e avaliar os desenvolvimentos mais recentes. De qualquer modo, respondendo à sua pergunta de forma direta, nada o impede de subscrever um mês, cancelar a subscrição, voltar a subscrever passados três meses, cancelar a subscrição e assim por diante. Não é este tipo de Subscritor que procuramos – procuramos pessoas que apreciem o serviço e tenham capacidade para o pagar e usufruir dele ao máximo – mas não impedimos outras estratégias de subscrição mais “económicas”.

Não foi fácil responder a esta pergunta, pois tive de tratar os quatro Portfolios como um só, o que me levou a criar o BoS Composite, um índice que mostra a evolução mensal de todas as entradas e saídas das ações dos quatro Portfolios na história do Borja on Stocks:

Nota: atualizado a 3 de novembro 2017

A rendibilidade média mensal do BoS Composite desde o início foi de +2,01%. A rendibilidade média mensal do PSI20 no mesmo período foi -0,106%. A rendibilidade média mensal do índice Euronext 100 no mesmo período foi +0,52%.

Em 31 de maio de 2017 o BoS Composite estava nos 1 439 pontos e na sexta-feira, dia 3 de novembro, fechou nos 1 614 pontos. Significa que subiu a uma taxa média mensal de 2,32% nos últimos cinco meses. O investidor teria dispendido 20 €/mês com a subscrição do Borja on Stocks, pelo que teria de ter investido um mínimo de 823 € para compensar a subscrição do serviço.

Se essas ações pertencerem à Euronext Lisboa ou Euronext Amesterdão já terão sido analisadas e o novo subscritor poderá ler essas análises e tirar as suas ilações. Se forem de outras praças, provavelmente nunca foram analisadas e cada análise demora no mínimo três horas, pelo que seria impraticável, nesta fase, dar esse tipo de aconselhamento. Não diria vender tudo logo no primeiro dia, mas à medida que se vá sentindo confortável com o serviço e as ações recomendadas, poderá ir trocando as que tinha anteriormente pelas novas que constam dos Portfolios recomendados.

Nesta fase não é possível fazer mais do que isto, mas após o dia 2 de dezembro de 2017 (data exame CFA) poderei introduzir um add on à subscrição que tenha a ver com a análise da carteira prévia dos novos Subscritores.

À performance dos Portfolios do BoS são deduzidas as comissões de transação da DEGIRO. Menciona o iShares S&P500 EUR, que neste momento (3 de novembro 2017) está a valorizar 14,21% em 2017. O BoS Composite, mencionado na questão 59, está a valorizar 43,21% em 2017. Imaginando que investia 2 400 € no BoS Composite no início do ano, agora teria 3 437 €. Deduzindo os 240 € da subscrição ficaria com 3 197 €, ou seja, o Lucro líquido teria sido 33,2%, claramente acima do iShares S&P500 EUR.

A questão é que, nem a performance do iShares S&P500 EUR, nem a do BoS Composite, são sustentáveis em termos de longo prazo. A minha expetativa é que esse ETF valorize à taxa média anual de 6% ao ano nos próximos 30 anos e que o BoS Composite valorize à taxa média anual de 15% no mesmo período. A diferença são 9 pontos percentuais/ano, porém todos os anos investe somente 90% por causa do custo da subscrição.

Fiz o cálculo em excel e, dados estes pressupostos, daqui por 30 anos teria 201 204 € no ETF versus 1 079 907 € no BoS Composite. Porém eu não posso garantir que vou conseguir um retorno médio anual de 15%, enquanto que considero bastante provável que esse ETF consiga os 6%/ano. Ou seja, considero que é mais provável e seguro o ETF dar os 6% ao ano do que o BoS Composite subir os 15% ao ano.

Com montantes superiores a diferença de performance teria bastante mais significado e a subscrição seria provavelmente mais compensadora. Espero ter ajudado na sua reflexão e dou-lhe os parabéns pela descoberta desse ETF.

Realmente é estranho, até porque a Família Borja é de Cascais, porém há quatro anos viemos viver para as Caldas da Rainha. A explicação é que o nosso filho mais velho quer ser jogador profissional de ténis e a melhor academia de ténis do país é aqui nas Caldas, a Felner Tennis Academy.

Penso que não terá lido com atenção o e-mail “Mudança de mentalidade: do curto para o longo prazo”. É favor relê-lo. De qualquer forma muita coisa fica por explicar e não vou agora aqui nas FAQ’s contar a minha vida toda.

À segunda parte, salvaguardando as devidas distâncias, respondo com uma pergunta: “Será que já perguntaram ao Warren Buffett porquê que, aos 87 anos e sendo ele um dos homens mais ricos do mundo, passa seis horas por dia a ler relatórios e contas e mais umas horas a ler jornais? E já agora, porquê que, tendo uma fortuna de quase $100 billion, precisa do seu salário de $100 mil/ano?” Não devem ter perguntado … a resposta é óbvia: ele faz isso porque gosta e porque é o seu trabalho. E sempre recebeu o seu salário para não ter de se descapitalizar.

No meu caso, já publiquei 500 análises a ações da Euronext porque é através desse método que conheço as empresas e consigo selecionar as melhores. Faço eu tudo porque sou um bocado control freak e gosto de ter tudo à minha maneira. De qualquer modo, quando tiver tempo, penso contratar alguém, em outsourcing, para recolher os dados das empresas e me facilitar na construção dos gráficos que coloco nas análises.

Quero investir o mais possível nas ações fundamentalmente atrativas e não gosto de desperdiçar dinheiro, embora tenha gasto à estúpida quando era jovem … mas o Porsche era em segunda mão e a casa de férias não era na praia.

As nossas análises e TOPs de ação são apenas um apoio para o investidores que têm sempre a última palavra sobre que investimentos fazer e qual a duração dos mesmos.

Há quem siga estratégias de médio/longo prazo e há quem aproveite a informação e siga uma estratégia de mais curto prazo, dependendo das ações escolhidas.

Perguntas Frequentes

Precisa de ajuda com a sua subscrição ou tem uma pergunta sobre o serviço? Veja as secções abaixo para encontrar uma resposta. Se ainda não conseguiu encontrar uma resposta para a sua pergunta, envie-nos um e-mail para info@investidorprudente.com

Serviço

É a melhor acção do momento, em termos de qualidade/preço, para investimento a longo prazo. Pode ser uma das empresas analisadas no último mês ou outra anterior que tenha caído de preço.

Sim, lembrando que as recomendações são genéricas e não consideram a circunstância particular dos investidores. Para isso, iremos lançar a “Acção do Mês” e a “Lista Trimestral”.

É uma lista publicada de 3 em 3 meses que contém as 10 melhores empresas, em termos de qualidade/preço, para investimento a longo prazo.

Sim. Apesar de haver investidores interessados em não vender as empresas, enquanto os seus fundamentos se mantiverem (isto se não seguirem uma estratégia do tipo coffee can), todas as acções recomendadas serão acompanhadas e os potenciais preços de compra e venda actualizados. Quando uma acção atinge o preço de venda, o investidor pode pensar em substituir essa acção por outra. Para esse propósito, os investidores podem procurar na “Acção do Mês” e na “Lista Trimestral” boas alternativas.

O propósito é analisar todas as grandes empresas cotadas nos EUA, sejam elas americanas ou estrangeiras (ADR’s ou Pink Sheets). Quando uma grande empresa for cotada nas Pink Sheets poderá ser proposta uma Bolsa europeia alternativa.

As acções recomendadas vão ser sempre acompanhadas, indicando nas análises a performance das mesmas, mas não iremos publicar um portefólio público (pelo menos, por enquanto). Tal como foi indicado nos artigos anteriores, o Investidor Prudente não faz previsões, tentando adivinhar o comportamento do mercado de acções. Seleccionamos as melhores acções em termos de qualidade/preço e não fazemos recomendações individualizadas aos investidores – estes deverão ver se as recomendações fazem ou não sentido, se têm ou não coerência interna (isso é o mais importante). O resultado dos nossos estudos é positivo, mas a outperformance de uma carteira de acções de grande capitalização pode demorar anos ou décadas a surgir de forma evidente. O Manual do Investidor Prudente em Acções propõe políticas de investimento alternativas (de 10 a 30 empresas + 25%-75% em caixa + critérios + etc.) que deverão ser definidas pelos próprios investidores, de acordo com a sua aversão ao risco. O alpha (a capacidade de superar um índice de referência) é apenas um dos factores que os investidores defensivos deverão considerar na definição da sua estratégia; a volatilidade da carteira e a aversão ao risco são factores igualmente importantes. A diversificação e a baixa exposição ao mercado de acções pode prejudicar a performance da carteira nos mercados de alta e beneficiá-la nos mercados de baixa, principalmente nas recessões ou depressões económicas.

O tempo de leitura de cada análise diária é de aproximadamente 5 minutos, mas os subscritores podem desejar apenas acompanhar a acção do mês. Neste caso, o tempo de leitura é de 5-10 minutos por mês.

Depende do capital inicial e da capacidade de poupança. Eu diria que, inicialmente, o custo anual não deverá ultrapassar os 2%. Ou seja, se a subscrição custa €25/mês, o investimento mínimo seria €15.000. Com o tempo, os 2% tenderão a diminuir. No longo prazo, o ideal é ter um custo médio inferior a 1%.

pagamentos e faturação

Dispomos dos seguintes meios de pagamento: 
• Cartão de Crédito (via Stripe)
Débito Direto (via Stripe)
PayPal

Para o Investidor Prudente a segurança nas compras online é fundamental. Os dados das transações são processados com encriptação SSL. 

Para pagamentos com cartões de crédito e débito, tem de introduzir o CVV (Card Verification Value), um código impresso no cartão que serve de medida de segurança em transações de comércio electrónico.

As transações são processadas pelo Stripe ou pelo PayPal, ambas empresas líderes de meios de pagamentos eletrónicos para websites.

Ao finalizar a subscrição será emitida uma autorização de pagamento que pode resultar numa retenção temporária do valor da subscrição na conta.

Nota: A partir de 1 de Janeiro de 2021, no contexto da Diretiva Europeia dos Meios de Pagamento, a adesão ao 3D Secure é obrigatória para poder efetuar compras e pagamentos online. Sempre que fizer um pagamento terá que se autenticar, de acordo com a regra definida pela entidade bancária:

– pedido de introdução e código recebido por SMS;
– autenticação na app do banco.

O 3D Secure é um mecanismo de autenticação forte, que confere maiores níveis de segurança nas compras online, permitindo a confirmação de que o pagamento está a ser feito pelo titular do cartão.

CARTÃO REJEITADO

É possível que o cartão seja recusado se se encontrar numa das seguintes situações:

– Cartão Caducado: confirma a data de validade do cartão. Se verificar que ultrapassou o limite, procede à sua renovação.
– Fora do limite permitido: se o limite do cartão para as compras foi alcançado.
– Dados Incorretos ou incompletos: confirme se preencheu corretamente todos os campos obrigatórios.

No caso de verificar alguma destas situações consulte o seu banco.

O Débito Direto será transaccionado através da plataforma Stripe. Após subscrever com o método de pagamento Débito Direto (SEPA) irá receber um email a confirmar. 

A subscrição será debitada num prazo de até 7 dias na sua conta bancária. 

A taxa do IVA já está incluída na subscrição do serviço. Não serão cobradas taxas extra na sua subscrição.

Se vai subscrever o nosso serviço e deseja que a fatura seja emitida em nome da sua empresa, deve preencher os campos Primeiro Nome, Último Nome e NIF com os dados da mesma. 

subscrição

Pode atualizar a sua subscrição em “Minha Conta” , no separador “Subscrições” e clique em “Atualizar”, irá aparecer uma janela com os planos disponíveis para atualizar, selecione o plano que pretende e finalize a subscrição do novo plano. 

O valor será acertado conforme a subscrição atual e o valor da subscrição nova, só irá pagar a diferença. 

Para cancelar a sua subscrição vá a  “Minha Conta” , no separador “Subscrições” e clique em “Cancelar”. 

A sua subscrição irá ficar ativa até ao último dia da expiração.

Se cancelou a sua subscrição e passado algum tempo desejar re-subscrever a mesma, pode fazê-lo em  “Minha Conta” , no separador “Subscrições” e clique em “Re-Subscrever”, irá aparecer o formulário para seleccionar o método de pagamento e finalizar a subscrição novamente.

A taxa do IVA já está incluída na subscrição do serviço. Não serão cobradas taxas extra na sua subscrição.

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Nós ajudamos!
Disponível das 07h às 18h, de 2ª a 6ª feira
Envie-nos um e-mail para info@investidorprudente.com ou preencha o formulário abaixo.

Os dados pessoais fornecidos serão utilizados exclusivamente para responder ao seu pedido de contacto e lhe fornecer a informação solicitada. Consulte a nossa Política de Privacidade para saber mais.

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