Perguntas Frequentes

Temos esperança que as próximas 63 perguntas e respostas o ajudem a esclarecer todas as dúvidas/questões que possa ter em relação ao Borja on Stocks. Se tiver uma questão adicional para acrescentar à lista, coloque-a no final. Obrigado pelo interesse!

Clicando na página Análises –> Lisboa vê a lista de ações cotadas na Euronext Lisboa que cobrimos (50 ações). Clicando na página Análises –> Amesterdão encontra a lista de ações holandesas analisadas no Borja on Stocks (86 ações). Na página Análises –> Paris encontra a lista de ações francesas que iremos analisar/acompanhar no Borja on Stocks (300 ações). Futuramente iremos chegar à Euronext Bruxelas para analisar 64 ações, compondo um total de 500 ações da Euronext.

Estas análises são de acesso exclusivo para os Subscritores do Borja on Stocks.

Criámos um website de acesso gratuito onde vamos publicando partes destas análises, também para contribuir para o desenvolvimento do mercado de capitais e da Análise Fundamental como estratégia de seleção de ações. O website é o Ações da Euronext.

Porque a estratégia que utilizamos, a da Análise Fundamental Comparativa, exige que se conheçam profundamente os fundamentais de todas as empresas cotadas. Com apenas um analista de serviço (César Borja), só nos é possível cobrir as ações da Euronext mencionadas.

Com certeza, já foram publicadas 417 análises às 54 ações da Euronext Lisboa, 221 análises às 86 ações da Euronext Amesterdão e 147 análises às 82 ações da Euronext Paris já analisadas.

Não, o Borja on Stocks não tem nada a ver com a DeGiro e não é patrocinado por qualquer intermediário financeiro. A DeGiro é apenas uma corretora onde César Borja tem uma conta de ações. Escrevemos o seguinte artigo sobre a DeGiro.

O Portfolio TOP10 Lisboa reúne as 10 ações, cotadas na Euronext Lisboa, que consideramos mais atrativas para investimentos a longo prazo.

O Portfolio TOP10 Lisboa começou no dia 2 de novembro de 2015, com 10 000 € (valor meramente indicativo).

O seguinte gráfico mostra a evolução semanal do valor do Portfolio TOP10 Lisboa, desde o seu início até à atualidade:

Sim, inclui dividendos líquidos, ou seja, os dividendos foram taxados à taxa de 28%.

Sim, à performance do Portfolio TOP10 Lisboa foram deduzidas as comissões de transação praticadas pela corretora DeGiro para a Euronext Lisboa.

O gráfico seguinte mostra essa comparação:

Desde o seu início a 2 de novembro de 2015 o Portfolio TOP10 Lisboa está a valorizar 91,8%, enquanto que o índice PSI 20 desvalorizou 2,5% no mesmo período.

Sim, o Portfolio TOP10 Lisboa contém ações que não pertencem ao PSI 20, apenas ao PSI Geral. Vejamos uma comparação do Portfolio TOP10 Lisboa com o índice PSI All Share Gross Return:

O Portfolio TOP10 Lisboa está a valorizar os 91,8%, enquanto que o índice PSI All Share Gross Return valorizou 17,8% no mesmo período.

É obrigatório existir uma análise justificativa e essa análise tem de ser publicada e disseminada pelos Subscritores do Borja on Stocks até às 12:00 do dia em que a transação irá ser realizada.

A análise justificativa é disseminada através do envio de uma notificação por e-mail e publicação da análise no Grupo dos Subscritores do Borja on Stocks no Facebook, que é de acesso restrito para os Subscritores.

A cotação considerada para todas as transações é sempre a de fecho que surge pelo menos quatro horas e meio depois de disseminada a análise justificativa.

Não, pelo contrário.

Se, após a disseminação de uma análise justificativa de uma entrada no Portfolio os Subscritores entrarem no mercado a comprar a ação e isso fizer elevar a cotação, será essa cotação mais elevada, a de fecho da sessão, que será considerada para efeitos de compra no Portfolio.

Se após a disseminação de uma análise justificativa de uma saída do Portfolio os Subscritores venderem a ação e com isso fizerem a cotação no mercado descer, será essa cotação mais baixa, a de fecho da sessão, que será considerada como preço de venda no Portfolio.

Embora existam bastantes Subscritores a seguir fielmente as orientações do Portfolio TOP10 Lisboa, nenhum Portfolio será exatamente igual, pois os montantes diferem e as cotações consideradas no Portfolio são sempre as de fecho da sessão, o que é um pouco irrealista, mas ajuda à objetividade no cálculo da performance. Posto isto o Portfolio TOP10 Lisboa, pela forma como está construído, para uma total transparência e utilidade máxima para os Subscritores, é um Portfolio virtual.

Sim, sempre com o mesmo peso, 10% do capital total.

Não. O objetivo é ter sempre 10 ações diferentes no Portfolio, para assegurar a diminuição do risco através de uma adequada diversificação.

Sim, é possível, se uma ação, por mérito próprio, ou seja, pela sua valorização, exceder um peso de 20% no Portfolio, não cortamos o Lucro apenas para evitar esse excesso de peso. Entendemos que o sucesso do investimento em ações em termos de longo prazo vem de deter algumas ações que sobem mesmo muito (multibaggers) e pretendemos mantê-las com uma perspetiva de longo prazo.

O Portfolio TOP10 Lisboa existe há 731 dias e tem um retorno total de 91,8%, o que dá 38,5% ao ano.

Sim, as mesmas regras, com duas diferenças.

As duas diferenças são que o Portfolio TOP10 Amesterdão, tal como o nome indica, apenas acolhe empresas cotadas na Euronext Amesterdão e também as taxas de imposto sobre os dividendos são diferentes. Na Euronext Lisboa consideramos 28% como taxa de imposto sobre dividendos, enquanto que na Euronext Amesterdão consideramos 38%.

O Portfolio TOP10 Amesterdão teve início no dia 26 de maio de 2016. O gráfico seguinte mostra a sua evolução semanal:

O Portfolio TOP10 Amesterdão está a valorizar 38,6% desde o seu início. São 526 dias de existência, o que dá 26,5% de taxa média de retorno anual, em termos anualizados.

Comparação com o índice AEX25:

O Portfolio TOP10 Amesterdão está a valorizar 38,6% desde o seu início, o que compara com 23,6% de valorização do índice AEX 25 no mesmo período.

Comparação com o índice AEX All Share Gross Return:

benchmark mais apropriado, que consideramos ser o AEX All Share Gross Return, está a valorizar 25,8% desde o dia 26 de maio de 2016, que foi a data de início do Portfolio TOP10 Amesterdão.

Estamos no processo de analisar 300 ações da Euronext Paris e escolher apenas 10 seria redutor. Desta forma iremos escolher 20 ações francesas, ou seja, 1 por cada 15 analisadas.

O objetivo é escolher uma ação, do universo das 500 ações da Euronext que iremos analisar/acompanhar, por mês, sempre no último dia e até ao limite máximo de 50 ações. A ação escolhida é aquela que, naquele momento, é entendida como sendo a mais atrativa para investimentos a longo prazo e pode pertencer – ou não pertencer – a um dos outros Portfolios.

Existem três modalidades: mensal por débito direto (20 €), mensal por PayPal (20 €) ou anual por transferência bancária (240 €). Todos os preços incluem IVA à taxa de 23%. Aqui está o link direto para a página de Subcrição.

Entendemos que 20 € mensais pelo serviço prestado é o valor mínimo que podemos aceitar. Como não queremos também aumentar o valor mensal decidimos manter o valor anual.

Não existe período mínimo de subscrição, pode sair logo que queira. A nossa estratégia de fidelização assenta apenas na qualidade e utilidade do serviço. Para cancelar o débito direto de pagamento do Borja on Stocks, como em qualquer débito direto, basta ir a uma caixa multibanco e cancelar o débito direto.

A subscrição do Borja on Stocks proporciona o seguinte:

1 – Análises fundamentais a todas as ações cotadas na Euronext Lisboa;
2 – Análises fundamentais às 86 ações mais líquidas da Euronext Amesterdão;
3 – Análises fundamentais a 39 ações da Euronext Paris (futuramente 300 ações);
4 – Portfolio TOP10 Lisboa que reúne as ações que, a cada momento, consideramos as mais atrativas para investimentos na Euronext Lisboa;
5 – Portfolio TOP10 Amesterdão que reúne as ações que, a cada momento, consideramos as mais atrativas para investimentos na Euronext Amesterdão;
6 – Portfolio TOP10 Paris, que contém as 10 ações que, segundo as nossas análises, são os melhores investimentos de longo prazo cotadas na Euronext Paris;
7 – Mais informações acerca dos Portfolios geridos publicamente no Borja on Stocks na secção Portfolios;
8 – Notificação antecipada de qualquer alteração nos Portfolios;
9 – Newsletter diária por e-mail;
10 – Uma nova análise por dia útil;
11 – Acesso ao Fórum exclusivo para Subscritores do Borja on Stocks;
12 – Acesso ao Grupo exclusivo para Subscritores do Borja on Stocks no Facebook;
13 – Resposta a todas as questões acerca de Ações da Euronext;

No TOP10 Lisboa fizemos 13 transações completas (compra e venda) em 24 meses, o que dá uma média de 0,54 por mês ou 6,5 por ano. No TOP10 Amesterdão fizemos 12 transações completas (compra e venda) em 18 meses, o que dá uma média de 0,67 por mês ou 8 por ano.

Pode colocar uma questão nos comentários à análise ou no Grupo dos Subscritores no Facebook. Estes são os canais preferenciais pois assim todos os Subscritores vêem a pergunta e a resposta, pois vários podem ter a mesma dúvida. Caso queira aprofundar esta questão leia o seguinte artigo: Processo de Integração de Novos Subscritores (Parte 1)

Não recomendamos um horizonte temporal para os investimentos, depende de muitos fatores. A nossa ideia é estarmos permanentemente investidos em ações fundamentalmente atrativas. Depois, ao nível pessoal de cada Subscritor, obviamente se precisar do dinheiro para qualquer questão mais importante, é muito simples, vende as ações e pronto. As ações têm uma liquidez elevada, semelhante aos depósitos a prazo. A diferença é que o capital investido nas ações fundamentalmente atrativas tem tendência a crescer a taxas superiores.

Numa situação ideal a cada Portfolio gerido publicamente no Borja on Stocks corresponderia um Exchange Traded Fund (ETF) e é dessa forma que se deve pensar nos Portfolios. Na situação imperfeita que temos (ou seja, não temos ETFs), uma das opções é alocar 10% do capital a cada holding, replicando o Portfolio, para que a performance da sua carteira pessoal seja mais ou menos idêntica à do Portfolio.

Para investidores mais avançados, ou com mais tempo, ou com mais interesse, também é possível ler todas as análises já publicadas a cada título recomendado e escolher apenas aqueles com que mais se identifica, ou que compreende melhor a respetiva história e/ou justificação de investimento. Esta solução tem o benefício de se adaptar melhor ao seu perfil de investidor, que é único, mas tem o problema de assim a sua performance ir diferir da do Portfolio recomendado (pode diferir positivamente ou negativamente). Esta é uma opção pessoal de cada Subscritor e eu não sei o que cada um faz com o seu capital.

Todos os dias úteis publico uma nova análise, no universo de 500 ações da Euronext. As ações que pertencem aos Portfolios são analisadas com maior frequência que as outras, mas o meu objetivo é ir analisando todas, pois só assim poderei escolher as melhores e não ficar demasiado acomodado às que já tenho.

É verdade, sou apenas eu a analisar. Por enquanto estou a acompanhar 50 ações de Lisboa, 86 de Amesterdão e 40 de Paris, ou seja, 176 ações, mas o objetivo é chegar às 500 ações da Euronext. Tenho ferramentas que me ajudam, por exemplo o software Metastock e a Reuters Eikon. Na análise inicial eu defino logo se é uma ação com interesse para os Portfolios ou se não tem grande interesse, e porquê… Só se depois a história mudar é que vou analisá-la outra vez. Ou seja, se na análise inicial eu escrever que uma ação vai descer 50%, se ela descer 20% deduzo que está tudo a correr como esperado … agora, se ela subir 50%, aí vou analisá-la novamente, para saber o que falhou, ou o que mudou? Sou particularmente interessado pelas situações que não correm como esperado, pois as outras, as que evoluem no sentido previsto, enfim, que mais há a dizer?

Depois, as minhas análises seguem uma espécie de template e focam-se nas grandes tendências fundamentais, nos n.ºs e rácios mais importantes. Não esmiuço demasiado nos relatórios e contas. Vejo os grandes números (vendas, lucros, margem líquida, rácios do balanço, etc) em termos das suas tendências de longo prazo e faço previsões a mais de 10 anos, que não mudam por dá cá aquela palha. Muito mais haveria para escrever sobre como seguir 500 ações …

Sim, com a minha esposa e sócia, Catarina Borja, o seu n.º é 93 352 93 90. Se ela não atender, mais tarde liga de volta. No entanto ela não responde a dúvidas sobre ações, apenas sobre o serviço.

Fica sempre ao seu critério, ou seja, o Abel tem sempre a última palavra, mas a minha sugestão é que vá logo de seguida ao mercado e compre 10% do capital em cada ação, replicando o Portfolio e ignorando as oscilações de curto prazo, como se o Portfolio fosse um ETF. Pela minha experiência, quem fica à espera de “confirmação” acaba por ir comprar mais alto, não mais baixo. A altura agora parece-me boa, pois há uns meses que o Portfolio está a lateralizar (isso era na altura, neste momento já galgou para um novo máximo histórico). Para ajudar a que se consiga comprar as ações mais alto do que entraram no Portfolio criei o “indicador” Preço Ao Qual Venderia Hoje (PAQVH), sobre o qual poderá saber mais no seguinte artigo:

– Três desenvolvimentos para uma melhor integração

Concordo com a primeira parte. Ainda vou demorar mais alguns anos a analisar e conhecer bem essas 500 ações. Mas tenho tempo e vontade.

Em relação ao risco de key man, é verdade, mas também há uma vantagem: é muito melhor ter apenas um homem a analisar as ações todas, aplicando o mesmo método e estratégia de forma consistente, que ter várias pessoas, cada uma com o seu método e filosofia, a tentar comparar os méritos de diferentes investimentos. De qualquer modo iremos no futuro iniciar a formação de mais um analista para me apoiar e eventualmente substituir em caso de necessidade.

Sim, é atualizada diariamente para os Subscritores, mas os gráficos dos Portfolios é só após o fecho de 6ª feira, ou seja, semanalmente. Não, o relatório/análise é um artigo dentro do Borja on Stocks. Sim, disponibilizamos o Excel com os dados fundamentais de todas as ações analisadas. Não, o PAQVH não é bem a mesma coisa que o NPV, pois não é obtido através do método de cash flows descontados. É um pouco diferente, mas a ideia é basicamente a mesma.

Sim, César Borja, o analista de serviço e co-proprietário do Borja on Stocks, está inscrito no CFA Program e adere ao Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional do CFA Institute.

Não. César Borja está inscrito no CFA Program e realizou o exame de nível 1 no dia 2 de dezembro de 2017, em Madrid.

Em termos de longo prazo o objetivo é obter o registo e respetiva regulação por parte da CMVM.

Por enquanto não, apenas os Subscritores têm acesso completo ao serviço e verificam a performance, mas estamos a estudar a hipótese e viabilidade de obter uma verificação e certificação externa.

O Borja on Stocks já existe há três anos e o nosso objetivo é que dure muitas décadas, quiçá para sempre.

É muito simples, basta ir à página de Subscrição, escolher a sua modalidade de pagamento (mensal ou anual) e preencher a respetiva ficha de adesão.

O processo não é automático, mas costuma ser bastante rápido. Basicamente, logo que virmos o seu e-mail damos-lhe acesso (prazo máximo de 12 horas).

Nada o impede. O inconveniente de fazer isso é que se depois uma ação que tiver em carteira tiver algum desenvolvimento significativo (por exemplo, subir ou descer mais de 10% numa sessão), ou apresentar resultados, não tem possibilidade de me questionar e saber o que penso sobre o assunto. Enquanto está sem acesso ao serviço não sabe se houve mudanças nos Portfolios e como compreende o mercado é fluído e os fundamentais estão sempre em evolução (por vezes positiva, por vezes negativa) e é necessário estar a par e avaliar os desenvolvimentos mais recentes. De qualquer modo, respondendo à sua pergunta de forma direta, nada o impede de subscrever um mês, cancelar a subscrição, voltar a subscrever passados três meses, cancelar a subscrição e assim por diante. Não é este tipo de Subscritor que procuramos – procuramos pessoas que apreciem o serviço e tenham capacidade para o pagar e usufruir dele ao máximo – mas não impedimos outras estratégias de subscrição mais “económicas”.

Não foi fácil responder a esta pergunta, pois tive de tratar os quatro Portfolios como um só, o que me levou a criar o BoS Composite, um índice que mostra a evolução mensal de todas as entradas e saídas das ações dos quatro Portfolios na história do Borja on Stocks:

Nota: atualizado a 3 de novembro 2017

A rendibilidade média mensal do BoS Composite desde o início foi de +2,01%. A rendibilidade média mensal do PSI20 no mesmo período foi -0,106%. A rendibilidade média mensal do índice Euronext 100 no mesmo período foi +0,52%.

Em 31 de maio de 2017 o BoS Composite estava nos 1 439 pontos e na sexta-feira, dia 3 de novembro, fechou nos 1 614 pontos. Significa que subiu a uma taxa média mensal de 2,32% nos últimos cinco meses. O investidor teria dispendido 20 €/mês com a subscrição do Borja on Stocks, pelo que teria de ter investido um mínimo de 823 € para compensar a subscrição do serviço.

Se essas ações pertencerem à Euronext Lisboa ou Euronext Amesterdão já terão sido analisadas e o novo subscritor poderá ler essas análises e tirar as suas ilações. Se forem de outras praças, provavelmente nunca foram analisadas e cada análise demora no mínimo três horas, pelo que seria impraticável, nesta fase, dar esse tipo de aconselhamento. Não diria vender tudo logo no primeiro dia, mas à medida que se vá sentindo confortável com o serviço e as ações recomendadas, poderá ir trocando as que tinha anteriormente pelas novas que constam dos Portfolios recomendados.

Nesta fase não é possível fazer mais do que isto, mas após o dia 2 de dezembro de 2017 (data exame CFA) poderei introduzir um add on à subscrição que tenha a ver com a análise da carteira prévia dos novos Subscritores.

À performance dos Portfolios do BoS são deduzidas as comissões de transação da DEGIRO. Menciona o iShares S&P500 EUR, que neste momento (3 de novembro 2017) está a valorizar 14,21% em 2017. O BoS Composite, mencionado na questão 59, está a valorizar 43,21% em 2017. Imaginando que investia 2 400 € no BoS Composite no início do ano, agora teria 3 437 €. Deduzindo os 240 € da subscrição ficaria com 3 197 €, ou seja, o Lucro líquido teria sido 33,2%, claramente acima do iShares S&P500 EUR.

A questão é que, nem a performance do iShares S&P500 EUR, nem a do BoS Composite, são sustentáveis em termos de longo prazo. A minha expetativa é que esse ETF valorize à taxa média anual de 6% ao ano nos próximos 30 anos e que o BoS Composite valorize à taxa média anual de 15% no mesmo período. A diferença são 9 pontos percentuais/ano, porém todos os anos investe somente 90% por causa do custo da subscrição.

Fiz o cálculo em excel e, dados estes pressupostos, daqui por 30 anos teria 201 204 € no ETF versus 1 079 907 € no BoS Composite. Porém eu não posso garantir que vou conseguir um retorno médio anual de 15%, enquanto que considero bastante provável que esse ETF consiga os 6%/ano. Ou seja, considero que é mais provável e seguro o ETF dar os 6% ao ano do que o BoS Composite subir os 15% ao ano.

Com montantes superiores a diferença de performance teria bastante mais significado e a subscrição seria provavelmente mais compensadora. Espero ter ajudado na sua reflexão e dou-lhe os parabéns pela descoberta desse ETF.

Realmente é estranho, até porque a Família Borja é de Cascais, porém há quatro anos viemos viver para as Caldas da Rainha. A explicação é que o nosso filho mais velho quer ser jogador profissional de ténis e a melhor academia de ténis do país é aqui nas Caldas, a Felner Tennis Academy.

Penso que não terá lido com atenção o e-mail “Mudança de mentalidade: do curto para o longo prazo”. É favor relê-lo. De qualquer forma muita coisa fica por explicar e não vou agora aqui nas FAQ’s contar a minha vida toda.

À segunda parte, salvaguardando as devidas distâncias, respondo com uma pergunta: “Será que já perguntaram ao Warren Buffett porquê que, aos 87 anos e sendo ele um dos homens mais ricos do mundo, passa seis horas por dia a ler relatórios e contas e mais umas horas a ler jornais? E já agora, porquê que, tendo uma fortuna de quase $100 billion, precisa do seu salário de $100 mil/ano?” Não devem ter perguntado … a resposta é óbvia: ele faz isso porque gosta e porque é o seu trabalho. E sempre recebeu o seu salário para não ter de se descapitalizar.

No meu caso, já publiquei 500 análises a ações da Euronext porque é através desse método que conheço as empresas e consigo selecionar as melhores. Faço eu tudo porque sou um bocado control freak e gosto de ter tudo à minha maneira. De qualquer modo, quando tiver tempo, penso contratar alguém, em outsourcing, para recolher os dados das empresas e me facilitar na construção dos gráficos que coloco nas análises.

Quero investir o mais possível nas ações fundamentalmente atrativas e não gosto de desperdiçar dinheiro, embora tenha gasto à estúpida quando era jovem … mas o Porsche era em segunda mão e a casa de férias não era na praia ?

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